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sexta-feira, 29 de maio de 2009

About betrayal and divorce.

A couple of friends is getting divorced. For years, my friend betrayed his wife - littles affairs here and there. He is a truck driver, that probably made things easier.

Their baby girl is one year old. And one of his "ladies" has got a baby only two months older. My friends - both of them - just found out about the other baby girl.

Here in Latin America, we are led to believe that it is kinda okay for the man to cheat. Rubbish. I mean, when a man betrays his wife, it takes her a lot of work to ever again believe in him. That is, considering the possibility of such man "confessing and recognizing" it. Because betrayal is the ultmost lie. Not only that; betrayal pollutes the body with such a durty it is almost impossible to clean it off. The bed becomes dirty; the soul becomes dirty; the person becomes ruined in the other's eye. Any time the partner looks to the cheater, there is a permanent stain on the picture..

That is why only God's power can clean it up again. And I believe in God's power.

But that is not the point I wanna discuss here. I wanna discuss the lie behind this lie. The Latin American men is led to believe that betrayal is as bad as being mean, for instance. It is worse. Nothing compares to betrayal... No, I am wrong. Beating up compares to it. It also violates the body.

I am so angry right now. Angry to see my good friend suffering in despair for the big and small details that never seem to stop coming up about her (unfaithfull) husband.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Comentários Sobre o Livro de John White

Quando escreveu o “Mais que uma obsessão” John White já era uma pessoa de idade avançada; ainda assim consegue influenciar tantas vidas e escrever livros tão atuais – mesmo tendo sido escritos há mais de 20 anos.
Essa semana me marcou a parte onde um comunista expressa sua paixão e devoção pelo Comunismo. Hoje percebemos pessoas, totalmente sem direção e sem qualquer sentido pra sua vida, pessoas que vivem por viver, sem nenhum sentido, se dedicando apenas a seus próprios prazeres. Escrevo aqui a Carta deste comunista, mas substituo as palavras como Cristão, Cristianismo e Vida Cristã no lugar onde ele colocou o Comunismo e relacionados.

“Nós, Cristãos, sofremos muitas baixas. Nós é que somos o alvo dos tiros, nós é que somos enforcados, linchados, torturados, presos, caluniados, demitidos dos empregos. É a nossa vida que as pessoas tornam miserável de todas as maneiras possíveis. Alguns de nós foram assassinados ou presos. Vivemos em pobreza. Daquilo que recebemos revertemos ao Cristianismo cada centavo que não seja absolutamente necessário para viver.
Nós, Cristãos, não temos tempo nem dinheiro para ir ao cinema com freqüência, nem a concertos, nem para ter casas bonitas e carros novos. Dizem que somos fanáticos. Somos Fanáticos. Nossas vidas são dominadas por um fator supremo – A luta pelo Evangelismo do Mundo. Nós Cristãos, temos uma filosofia de vida que o dinheiro não pode comprar. Temos uma causa pela qual lutar, um alvo específico na vida. Perdemos nossa identidade insignificante no grande rio da humanidade; e se nossa vida pessoal parece dura ou se nossos egos parecem agredidos pela subordinação a Cristo, somos amplamente recompensados - ao pensa que todos nós, mesmo que de uma forma bem pequena, estamos contribuindo para fazer alguma coisa nova e melhor pela humanidade.
Numa coisa sou completamente zeloso – a causa de Cristo. Ela é
minha vida, meu trabalho, minha religião, meu hobby, minha amada, minha esposa, minha amante, minha comida e minha bebida. Eu me ocupo dela de dia e sonho com ela de noite. O controle que ela exerce sobre mim cresce cada vez mais, à medida que o tempo passa. Portanto, não consigo ter um amigo, um amor, nem mesmo uma conversa sem relaciona-los com esse poder que move e controla minha vida. Avalio as pessoas, os livros, as idéias e as realizações, conforme elas afetam a causa de Cristo e conforme a sua atitude em relação a ela. Já estive preso por causa do Evangelho e das minhas idéias, e se for necessário, estou disposto a enfrentar a morte.

Se essa carta não conseguir comove-lo, talvez você já esteja começando a morrer. Tal como um viajante perdido numa nevasca, você está sendo tomado pelo sono, sem perceber que o seu corpo está congelando num banco de neve.
Mas se seu coração bate mais depressa – fique contente. Você pode esperar uma vida mais estimulante do que a maioria das pessoas. Pois Cristo não o chamou para uma casa financiada num bairro de classe média, mas para uma vida de abnegação e uma coroa de Glória.
Ao ler essa carta, você também percebe que ele se libertou. Tendo se desprendido dos bens que atravancam nossas próprias vidas, ele se consome numa paixão que despreza tanto a prudência como o prazer. Por enquanto, pelo menos, parece que a cobiça, que inferniza todos nós, não tem nenhuma influência sobre ele. Apesar disso não e inflexibilidade de sua renuncia que se sobressai, mas sim uma sensação estimulante de liberdade. Sua liberdade no tem relação alguma com sua ideologia política; tem a ver com o fato de ser um homem que, mesmo caído, livrou-se das paixões menores para perseguir maiores. Talvez você sinta que, ao ler a carta, essa liberdade despertou um eco em seu coração. Pois você não foi criado, e muito menos redimido, para vender seu direito de primogenitura por um prato de cozido, como Esaú. Você foi chamado para um compromisso ainda mais radical do que o Comunismo, mas você foi chamado para apostar a vida em lances muitos mais altos.
“Se alguém quer vir após mim”, Jesus nos fala novamente, “ a si mesmo se negue, dia a dia e tome a sua crus e siga-me “ (Lucas 9:23 ). O que deveríamos fazer com nossas vidas vazias?

Texto do livro (Mais que uma Obsessão, de Jonh White). Transcrito por Carlos Saraiva.