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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Provas, concursos, trabalho

Então, comecei a ganhar dinheiro com 16anos, mas só muito tempo depois fui assinar qualquer papel. Isto não é de todo ruim, aprendi a gostar de ter um trabalho, que pode ou não ser um emprego formal. A aposentadoria, guardo para ela pensamentos posteriores.
Anyway, até pouco tempo atrás a rotina era trabalhar muito. Virar 18, 24h de um plantão a outro. 15 dias direto sem folga, repetidamente. E naquele momento, era necessário. Agora estou vivendo o oposto; não fosse pelas aulas do cursinho eu ficaria dias e dias em casa, sem sair nem pra ir na padaria...
E a área da saúde tem essas loucuras, de trabalhar 40 a 60h/semana, sem dó. Não quero mais isso pra mim. Mas também não sou dona de casa. Gosto muito de trabalhar, tow pra ficar louca passando tanto tempo sozinha, mas não quero mais dedicar tanto tempo ao trabalho que nem vejo a minha casa.
Se isso é possível, gostaria de ganhá-lo de Deus.
Que venham os resultados dos concursos. Tenho orado.

domingo, 20 de junho de 2010

Cala a boca Galvão!!!

Ninguém mais aguenta esse velho chato!!!
Tow começando a campanha...
SE APOSENTA, GALVÃO!!!!


domingo, 14 de fevereiro de 2010

Working with children.

Foram quatro anos na escola, três empregos e três cidades diferentes, e finalmente me tornei de verdade Enfermeira de criança. Ainda não tenho o post-graduate, mas sou enfermeira de criança. It is what I do.

Eu e a Simone rodeando a Thayla.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Montreal

Mas... O que é Montreal?
Montreal... ahhh que cidade...
É acordar às seis da manhã pra ir trabalhar, se banhar com sabonete da turquia, tomar um bom café colombiano, comer “metade” de um mamão papaia que custou um dólar e que veio da Costa Rica, beber leite a 3,25%, pois os outros são quase água, comer torradas de pão italiano com manteiga de amendoim e ficar olhando os ursinho de pelúcia estampados no rótulo.
Montreal é sair na rua e logo encontrar a vizinha, uma portuguesa, que me diz “bom dia” porque sabe que sou brasileiro. É esperar o sinal abrir, atravessar a rua e perceber que os motoristas realmente diminuem a velocidade quando nos vêem. É escutar um louco blasfemando na rua coisas como “tabarnak, d'hostie sacrée, Christ sacrée” (tabernáculo de hóstia sagrada, Cristo sagrado) palavrões fortes aqui que para os brasileiros fazem o menor sentido.
Morar em Montreal é comprar a “Carte mensuelle du métro” por 65 dólares e poder andar durante um mês apenas de metrô, mas também de ônibus circular o mês inteiro, quantas vezes quiser sem pagar nada a mais por isso. É entrar no Metrô e escutar uma voz feminina doce e agradável que diz em francês os nomes das estações e num só trajeto escutar alguém conversando em inglês à sua esquerda, escutar alguém conversando em árabe à sua direita, atrás em espanhol, na frente um coreano.
É pedir uma informação em francês e receber a resposta em inglês. É fazer as compras num “dépanneur” (vendinha) e ser atendido por uma família de Chineses que mal falam francês. É escutar o dia inteiro onde quer que você esteja “bonjour, bonsoir, bonne soirée, bonne journée”.
Trabalhar em Montreal significa ter meia hora pra almoçar e nada pra fazer a digestão; felizmente o mínimo é dezoito reais por hora. rs rs...Ahhh... Montreal, Montreal.

É sair de pra ver os fogos de artifício. É ver o Festival de Jazz ser aberto por Carlinhos Brown (o Brasil tem tantos cantores bons... rs. rs.) É o "Juste pour rire", é o "Francofolie"... É sentir sede e beber água da torneira que é de graça e puríssima.
Morar em Montreal é poder nadar de graça nas piscinas públicas situadas nos parques maravilhosos. É sentir a temperatura variar mais de dez graus num só dia. É fazer uma caminhada pela cidade e contemplar a cada rua uma igreja mais linda que a outra, construções maravilhosas e esculturas interessantíssimas. Enfim... Montreal está no mundo assim como o mundo está em Montreal.





"O valor das coisas está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Texto de Cristiano Gougeon, que vive em Montreal.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Felicidade


Yess!!!


O Messias passou para biomedicina!!!

domingo, 14 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

About betrayal and divorce.

A couple of friends is getting divorced. For years, my friend betrayed his wife - littles affairs here and there. He is a truck driver, that probably made things easier.

Their baby girl is one year old. And one of his "ladies" has got a baby only two months older. My friends - both of them - just found out about the other baby girl.

Here in Latin America, we are led to believe that it is kinda okay for the man to cheat. Rubbish. I mean, when a man betrays his wife, it takes her a lot of work to ever again believe in him. That is, considering the possibility of such man "confessing and recognizing" it. Because betrayal is the ultmost lie. Not only that; betrayal pollutes the body with such a durty it is almost impossible to clean it off. The bed becomes dirty; the soul becomes dirty; the person becomes ruined in the other's eye. Any time the partner looks to the cheater, there is a permanent stain on the picture..

That is why only God's power can clean it up again. And I believe in God's power.

But that is not the point I wanna discuss here. I wanna discuss the lie behind this lie. The Latin American men is led to believe that betrayal is as bad as being mean, for instance. It is worse. Nothing compares to betrayal... No, I am wrong. Beating up compares to it. It also violates the body.

I am so angry right now. Angry to see my good friend suffering in despair for the big and small details that never seem to stop coming up about her (unfaithfull) husband.