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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Do Messias

Sobre o Goiás

É incrível como Goiás é um estado largado à própria sorte mesmo.
Temos um clima extremamente seco; sem umidade, não há sequer esperança de chuva durante pelo 4 a 6 meses todos os anos. Sem chuva, as queimadas começam inevitavelmente. E os governantes demonstram zero preocupação a respeito – é só ver como têm que trabalhar os bombeiros.
Gente! combater o fogo de tantas queimadas em várias regiões com “abafadores” é um absurdo; não há o uso de bombas de jato de água individuais, nem o uso de aeronaves como aviões e helicópteros para jogar água. Mas, o que mais me entristece é que, além de matar o tão famoso “cerrado”, sobre o qual tantos se gloriam, todo mundo trata as queimadas como uma fatalidade, e não como algo controlável e evitável.


Queimada na Serra das Caldas
Mas o que eu posso cobrar de um estado que não tem uma saúde pública decente, sem UTI’s, sem médicos, um transporte público sucateado, uma polícia civil sem delegacias, uma polícia militar sem pessoal e sem qualificação... Na verdade, se o Ministério público parar de intervir nesse estado não há sequer o mínimo de necessário para a vida das pessoas deste lugar.

O que percebo é que os governantes só se interessam em ficar mais ricos e os pobres que lutem e insistam em viver aqui.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Provas, concursos, trabalho

Então, comecei a ganhar dinheiro com 16anos, mas só muito tempo depois fui assinar qualquer papel. Isto não é de todo ruim, aprendi a gostar de ter um trabalho, que pode ou não ser um emprego formal. A aposentadoria, guardo para ela pensamentos posteriores.
Anyway, até pouco tempo atrás a rotina era trabalhar muito. Virar 18, 24h de um plantão a outro. 15 dias direto sem folga, repetidamente. E naquele momento, era necessário. Agora estou vivendo o oposto; não fosse pelas aulas do cursinho eu ficaria dias e dias em casa, sem sair nem pra ir na padaria...
E a área da saúde tem essas loucuras, de trabalhar 40 a 60h/semana, sem dó. Não quero mais isso pra mim. Mas também não sou dona de casa. Gosto muito de trabalhar, tow pra ficar louca passando tanto tempo sozinha, mas não quero mais dedicar tanto tempo ao trabalho que nem vejo a minha casa.
Se isso é possível, gostaria de ganhá-lo de Deus.
Que venham os resultados dos concursos. Tenho orado.

domingo, 20 de junho de 2010

Cala a boca Galvão!!!

Ninguém mais aguenta esse velho chato!!!
Tow começando a campanha...
SE APOSENTA, GALVÃO!!!!


domingo, 14 de fevereiro de 2010

Working with children.

Foram quatro anos na escola, três empregos e três cidades diferentes, e finalmente me tornei de verdade Enfermeira de criança. Ainda não tenho o post-graduate, mas sou enfermeira de criança. It is what I do.

Eu e a Simone rodeando a Thayla.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Montreal

Mas... O que é Montreal?
Montreal... ahhh que cidade...
É acordar às seis da manhã pra ir trabalhar, se banhar com sabonete da turquia, tomar um bom café colombiano, comer “metade” de um mamão papaia que custou um dólar e que veio da Costa Rica, beber leite a 3,25%, pois os outros são quase água, comer torradas de pão italiano com manteiga de amendoim e ficar olhando os ursinho de pelúcia estampados no rótulo.
Montreal é sair na rua e logo encontrar a vizinha, uma portuguesa, que me diz “bom dia” porque sabe que sou brasileiro. É esperar o sinal abrir, atravessar a rua e perceber que os motoristas realmente diminuem a velocidade quando nos vêem. É escutar um louco blasfemando na rua coisas como “tabarnak, d'hostie sacrée, Christ sacrée” (tabernáculo de hóstia sagrada, Cristo sagrado) palavrões fortes aqui que para os brasileiros fazem o menor sentido.
Morar em Montreal é comprar a “Carte mensuelle du métro” por 65 dólares e poder andar durante um mês apenas de metrô, mas também de ônibus circular o mês inteiro, quantas vezes quiser sem pagar nada a mais por isso. É entrar no Metrô e escutar uma voz feminina doce e agradável que diz em francês os nomes das estações e num só trajeto escutar alguém conversando em inglês à sua esquerda, escutar alguém conversando em árabe à sua direita, atrás em espanhol, na frente um coreano.
É pedir uma informação em francês e receber a resposta em inglês. É fazer as compras num “dépanneur” (vendinha) e ser atendido por uma família de Chineses que mal falam francês. É escutar o dia inteiro onde quer que você esteja “bonjour, bonsoir, bonne soirée, bonne journée”.
Trabalhar em Montreal significa ter meia hora pra almoçar e nada pra fazer a digestão; felizmente o mínimo é dezoito reais por hora. rs rs...Ahhh... Montreal, Montreal.

É sair de pra ver os fogos de artifício. É ver o Festival de Jazz ser aberto por Carlinhos Brown (o Brasil tem tantos cantores bons... rs. rs.) É o "Juste pour rire", é o "Francofolie"... É sentir sede e beber água da torneira que é de graça e puríssima.
Morar em Montreal é poder nadar de graça nas piscinas públicas situadas nos parques maravilhosos. É sentir a temperatura variar mais de dez graus num só dia. É fazer uma caminhada pela cidade e contemplar a cada rua uma igreja mais linda que a outra, construções maravilhosas e esculturas interessantíssimas. Enfim... Montreal está no mundo assim como o mundo está em Montreal.





"O valor das coisas está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Texto de Cristiano Gougeon, que vive em Montreal.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Felicidade


Yess!!!


O Messias passou para biomedicina!!!

domingo, 14 de junho de 2009